sábado, julho 13, 2024
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As muitas perguntas ainda sem respostas sobre enfermeira grávida assassinada no Espírito Santo

Quem é o pai da criança sobre o qual não ouvimos falar? Qual o posicionamento dele sobre o crime?

O assassinato brutal da enfermeira Íris Rocha de Souza, que estava grávida de 8 meses, chocou o Espírito Santo. O corpo dela foi encontrado por um policial de folga com marcas de tiros no peito e coberto de cal, na manhã da última quinta-feira (11), às margens da estrada que liga Matilde a São Bento de Ucrânia, em Alfredo Chaves, na Região Serrana do Espírito Santo. No local, foram encontradas cinco cápsulas de pistola calibre .40. A família de Iris só descobriu o que havia ocorrido na segunda-feira (15), quando foram reconhecer o corpo no SML de Cachoeiro de Itapemirim.

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A Polícia Civil diz que nenhum policial militar, até o momento, é suspeito do crime. Mas, quem é o pai da criança sobre o qual não ouvimos falar? Qual o posicionamento dele sobre  o crime?

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A enfermeira morava em Jacaraípe, na Serra, e familiares contaram que não havia razão para ela estar em Alfredo Chaves, uma vez que não costumava frequentar a cidade e não tinha contatos lá.

A enfermeira estava cursando um mestrado na área de Ciências Fisiológicas na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e trabalhava como pesquisadora no Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (Hucam), na capital. Segundo a instituição, ela liderava o projeto de pesquisa CV-Genes, que investiga o papel do componente genético como um fator de risco para doença cardiovascular aterosclerótica no Brasil.

Além da criança que estava para nascer, Íris deixou um filho de 8 anos. Durante o velório no Cemitério Jardim da Paz, na Serra, parentes relataram à “TV Gazeta”, afiliada da “TV Globo” no Espírito Santo, que o bebê foi submetido a uma autópsia e depois colocado de volta no útero da mãe para ser sepultado junto a ela. O enterro aconteceu na terça-feira, dia 16.

“Uma pessoa meiga, amada, trabalhadora, muito dedicada. Ela ficava cuidando das pessoas e tinha muito orgulho disso. Fazia com muito carinho e as pessoas gostavam dela, do trabalho que ela fazia”, disse Márcia Rocha, mãe da vítima.

Nesta quinta-feira (18), o coronel Alexandre Ramalho, secretário de Segurança no ES, falou à “TV Gazeta”, sobre o crime. “Está avançada na linha da investigação, na linha do trabalho. A delegada titular está debruçada no caso, acompanhada pelo superintendente Regional Sul, pelo delegado Arruda; nós da Secretaria de Estado da Segurança Pública, com nossa Subsecretaria de inteligência, estamos acompanhando e prestando todo apoio para identificação rápida desse criminoso. Tenho certeza que muito em breve daremos retorno à imprensa. Um caso que nos deixa perplexo: uma jovem com uma vida pela frente, grávida, um crime muito bárbaro que nos traz muita tristeza. Lutamos todos os dias para que isso não aconteça, mas lamentavelmente isso é da personalidade doentia de algumas pessoas”, declarou o secretário.

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