quarta-feira, fevereiro 21, 2024
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Candidata a deputada federal, Sol Righeth quer apresentar uma imagem nova na política

A Notícia entrevista nesta quarta-feira (31), Sol Righeth, do Partido Liberal
Com 46 anos, Sol tem um filho de 24 anos. Nascida na comunidade de Nova Verona, município de São Mateus, ela veio para Nova Venécia para trabalhar e estudar ainda jovem. No decorrer do tempo, voltou para São Mateus, morou no Rio de Janeiro, retornou para o Espírito Santo e mudou-se para Campos (RJ), em 2005, onde ficou por 10 anos, trabalhando na ABN AMRO BANK, no Santander e no setor de venda de veículos.

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Formada em Direito pela Uniflu, em Campos (RJ), Sol entrou na política e concorreu a vereadora em 2020 pelo PSD, obtendo 138 votos em um período de pandemia.

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“O momento atual que estamos passando, nos fez se disponibilizar a entrar na política, a insegurança, a incerteza política de todos os lados, a velha política em trabalhar sempre em um mesmo formato. Acredito que seja uma missão, foi um dos pontos que nos motivou a trabalhar para garantir um futuro melhor para nossas crianças. Estudamos bastante para isso, para trabalhar pelo País”, disse a candidata.

Segundo ela, o objetivo é apresentar uma imagem nova na política. “Sem aquelas manias, sem aqueles trejeitos políticos. Nem sempre o político é transparente o quanto deveria, não desenvolve o trabalho para qual foi eleito. Tem muitos que se colocam em primeiro lugar antes do coletivo, e o servir é o principal”, falou.

A candidata se filiou ao PL, recentemente, partido do atual presidente e que busca a reeleição, Jair Bolsonaro, e disse que está disponibilizando seu nome para que aconteça renovação. “Foi por acreditar nas ideias que ele defende e busca trabalhar para manter o País. Infelizmente, ele tem barreiras, porque depende das duas casas (Senado e Câmara), e hoje, o número de congressistas oposicionistas é grande, o que dificulta ele alcançar seus objetivos”.

“Sou a única candidata da base do atual presidente na região a deputada federal e vou trabalhar dia e noite, muito, para alcançar o objetivo, porque não são poucos votos. Estou bem otimista e recebendo muito apoio de vários municípios”, ressaltou Sol.

Sol Righeth continuou apresentando alguns projetos que ela deseja desenvolver, caso eleita. “Hoje, eu vejo alguns pontos importantes. Precisamos dar uma educação de qualidade, tanto no setor municipal, quanto estadual. Precisamos trabalhar de cima para baixo, trazer do MEC, buscando manter a educação para formar profissionais e não aceitar doutrinação nas escolas. Também devemos valorizar o professor que realmente se dedica, com capacitações direcionadas às disciplinas que eles estejam destinados a transmitir. Temos o projeto de estudo da reforma do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que hoje tira a autoridade dos pais de educar os filhos, ele protege muito os adolescentes infratores”, falou.

Saúde
“Na saúde, eu acredito que é necessário um atendimento específico local na região. As pessoas correm risco na estrada para fazer exames e Nova Venécia, logisticamente falando, tem capacidade de um atendimento melhor, até dos municípios vizinhos, quem sabe um hospital estadual. Não é promessa, é um trabalho a ser feito de acordo com o que a lei permite fazer, porque sabemos dos entraves”, continuou.

Segurança
“Queremos enrijecer as leis para estupradores, pedófilos e corruptos, trabalhando pela prisão perpétua. Quanto ao porte de arma, é importante frisar que a arma não é para matar, mas para se defender. Precisamos trabalhar formas para o trabalhador ter seu porte ou posse de uma forma mais simples, disponibilizando exames, os cursos, de forma muito cautelosa para que as armas não caiam nas mãos de pessoas inconsequentes. Quem tiver porte ou posse, não poder ingerir bebida alcoólica, por exemplo”.

Aborto e drogas
“Vamos trabalhar para barrar a legalização do aborto e das drogas. Quanto ao aborto, para nós cristãos, devemos proteger a vida, não se tratar de saúde pública, tem outro viés. Se fossemos lutar por uma saúde pública, deveríamos orientar mulheres e homens para evitar. Não aceitamos, mesmo em caso de estupro, porque se for olhar, é melhor pena de morte para o estuprador, se for para brigar pelo aborto em caso de estupro, que se brigue pela pena de morte para o estuprador, que se encerra o problema. Quanto a mãe, ela precisaria de uma assistência maior do Estado, acho que deveria estar em lei, tanto na criança, quanto no quesito psicológico.

“A legalização das drogas, temos que barrar. Sabemos que elas destroem muito as famílias, desviam condutas dos filhos, adolescentes principalmente, maior foco dos traficantes, inclusive, analisar se o álcool é permitido com tanta facilidade”.

Agricultura
“Temos na região, grupos fortes, os agricultores estão movimentando muito a região, e precisamos dar esse apoio, principalmente na segurança rural, acredito que com o próprio Estado designando mais policiais. Também devemos manter estradas para escoamento de produção”.

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