domingo, abril 14, 2024
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Homem é preso à força em Nova Venécia 13 anos após roubo e morte de vítima em Linhares

Patrick Portello da Silva é réu acusado de roubar cerca R$ 4 mil em 2011 e de espancar a vítima até a morte.

Foragido da Justiça durante nove anos, um homem de 35 anos, identificado como Patrick Portello da Silva, foi preso na tarde de segunda-feira (19), no bairro Aeroporto, em Nova Venécia, no Noroeste do Espírito Santo. O homem é réu pelo crime de roubo que resultou na morte da vítima, cometido em 2011, na cidade de Linhares. De acordo com a Polícia Militar, Patrick ainda resistiu à prisão “sendo necessário o uso moderado da força, a fim de evitar tentativas de fuga”.

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A Rede Notícia esmiuçou o processo, que detalha que o acusado agrediu a vítima, identificada como Adilson Ribeiro da Silva, causando uma série de lesões graves, lhe estrangulou, resultando em sua morte, a fim de roubar uma quantia aproximada em R$ 4 mil, no dia 04 de abril de 2011, na cidade de Linhares.

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A certidão de óbito da vítima juntada no processo atesta a causa da morte sendo o resultado de insuficiência respiratória, desarticulação da coluna cervical e estrangulamento. O corpo foi achado já em fase inicial de decomposição.

O Ministério Público (MPES) ofereceu denúncia à Justiça contra Patrick lhe acusando do crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Em 05 de fevereiro de 2015, a Justiça acolheu a denúncia do Ministério Público, e expediu mandado de prisão preventiva (por tempo indeterminado) contra o réu. Mandado que somente foi cumprido em 18 de março de 2024, no bairro Aeroporto em Nova Venécia.

Na ordem de prisão de 2015, a Justiça sustenta que a prisão preventiva, medida extrema, precisou ser decretada por causa gravidade do fato, bem como em prol da garantia da aplicação da lei penal, ou seja, para que o réu não fique impune e responda pelo seu ato.

“A garantia da ordem pública tem por escopo acautelar o meio social, impedindo que indivíduos acentuadamente propensos a determinadas práticas delituosas venham a dar continuidade às suas atividades, ou mesmo porque, em liberdade, encontrariam os mesmos estímulos relacionados com a infração cometida”, diz a decisão pela prisão, que ainda subsecreve Nucci : “Note-se, também, que a afetação da ordem pública constitui importante ponto para a própria credibilidade do Judiciário, como vêm decidindo os tribunais”.

Após ser preso nesta segunda-feira (18), o acusado foi levado para a Delegacia Regional de Nova Venécia, e em seguida, foi encaminhado ao sistema prisional.

A Rede Notícia não conseguiu localizar a defesa do acusado preso. O espaço segue aberto.

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