quarta-feira, fevereiro 21, 2024
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Padre Wellington completa 10 anos de sacerdócio

Vigário é natural de Santa Catarina, e aqui em Nova Venécia, ele está tendo a sua primeira experiência de morar e pastorear em uma paróquia. “Está sendo muito bacana, algo novo, tenho aprendido muito com o povo daqui, é gente acolhedora. O Espírito Santo é especial para mim”, diz

Com uma agenda lotada de atendimentos e atividades, padre Wellington Cristiano da Silva, completou 10 anos de sacerdócio. Ordenado a padre no dia 9 de novembro 2013, em Florianópolis, o neto do Pedro Manoel da Silva e Jandira da Silva, comemora a data ocupando cargo de vigário, na Paróquia São Marcos, de Nova Venécia.

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Nascido no dia 30 de julho 1983, em Florianópolis, Santa Catarina, padre Wellington começou sua experiencial pastoral na Paróquia São Marcos no dia 27 de junho de 2021, quando foi recepcionado pelos fiéis, e pelo padre Enizael, durante a Santa Missa na Matriz. “Estou tendo a primeira experiência de morar e trabalhar em uma paróquia, no trabalho pastoral. Vão completar já, três anos que estou aqui. Vim para cá através de um pedido que fiz ao meu bispo, pois queria fazer uma experiência fora da minha paróquia e, estou gostando muito, aprendendo com o povo veneciano”, fala.

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Infância e formação

Para formação sacerdotal, Wellington ingressou no seminário, na cidade de Brusque, Santa Catarina, onde fez o propedêutico, estágio introdutório, cursando três anos de Filosofia, depois, quatro anos de Teologia, em Florianópolis, no considerado, o maior seminário de Teologia, o Convívio Emaús. Também, ele fez especialização em Mariologia, e fez mestrado em Teologia Sistemática na Pontífice universidade Católica (PUC/RS).

Nascido em Florianópolis, e criando em Governador Celso Ramos, região central do litoral de Santa Catarina, com a separação dos pais, o José Pedro da Silva (In Memória), e a Maria de Fátima da Silva, Wellington foi criado pelos seus avós paternos, junto com seus dois irmãos, a Cristina da Silva e Carlos Roberto da Silva. “Tive uma infância saudável e, sempre participei das atividades da igreja, junto com a minha família, mas, nunca pensei em ser padre, nem na adolescência. Isso veio depois dos 19 anos”, pontua.

Antes de seguir a vida no sacerdócio, o atual vigário trabalhava na vigilância sanitária e epidemiológica em Santa Catarina. Fiquei por três anos na profissão e, pensava que iria continuar a carreira na Saúde. Mas, veio o chamado de Deus. Após a minha Ordenação, trabalhei na Paróquia de Palhoças (SC), e em seguida, fui para o seminário propedêutico como reitor, durante cinco anos, depois fui transferido para o Seminário Convívio Emaús, por dois anos e meio. Enquanto eu trabalhava no seminário, eu dava assistência espiritual e sacramental, nas Paróquias São Francisco de Assis, em Palhoça, e Nossa Senhora Navegantes, em governador Celso Ramos, que é minha paróquia de origem. Também, trabalhava na Faculdade Católica de Santa Catarina, como professor”, relata.

Com mais dois anos estando em terras venecianas, o vigário afirma estar gostando da vida sacerdotal na região. “Está sendo muito bacana, algo novo, tenho aprendido muito com o povo daqui que é acolhedor. O Espírito Santo é especial para mim, pois tem coisas em comum com Santa Catarina, como por exemplo, as capitais dos dois estados são ilhas e , Nova Venécia, foi aonde conheci o Leão de São Marcos, que tinha primeiro destino, a cidade de Nova Veneza, em Santa Catarina, mas, veio por engano para cá”, conta.

Padre Wellington conta que, a experiência que está tendo no município atualmente, tem sido diferente. “Me assustei com a quantidade de comunidade que as paróquias têm aqui, lá são menores. A Paróquia São Marcos, por exemplo, tem 36 comunidades, é um desafio, tem enriquecido minha vida humana e espiritual”, fala.

Sobre a chegada da vida sacerdotal, o vigário explica. “Refleti muito sobre a escolha, foi um processo. Quando decidi seguir este caminho, vi que ninguém tem a certeza, a gente se questiona, deixa provocar a dúvida, e os sinais de Deus, vão confirmando nossa escolha a cada dia, e foi assim que aconteceu”, relata.

Sobre a fé, padre Wellington descreve: “Quando temos contato com a Escritura Sagrada, a Bíblia, percebemos que Deus sempre chama o ser humano. Deus disse: “não temas”. A fé é se deixar conduzir por Deus, assim, como Abraão, que confiou em Deus, deixou suas inseguranças e partiu, como Maria de Nazaré que, deixou se conduzir pela fé. A fé é o que nos ajuda a vencer os medos, o medo nos paralisa e, a fé, nos eleva, a fé nos põe em movimento, é o que nos auxilia a caminhar”, finaliza.

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