domingo, abril 14, 2024
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Preso suspeito de envolvimento em assassinato de homem carbonizado em Vila Pavão

A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (18) um homem suspeito de envolvimento no assassinato de Mateus Hencke Eggert. O corpo dele foi encontrado no banco de trás de um carro HB 20 carbonizado no dia 31 de dezembro do ano passado, no Córrego Preto, na Zona Rural de Vila Pavão, no Norte do Espírito Santo.

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O nome do suspeito preso não foi informado, mas a Rede Notícia apurou que no ato da prisão, o suspeito negou envolvimento no crime, mas ainda assim foi levado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Domingos do Norte, para o cumprimento de mandado de prisão expedido pela Justiça no âmbito da investigação do assassinato de Mateus Hencke Eggert. Nós também apuramos que a prisão foi efetuada em Vila Pavão.

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A reportagem demandou a Polícia Civil para obter mais informações sobre este caso. A corporação se limitou a dizer que “as diligências estão em andamento e os resultados serão divulgados em momento oportuno”.

Em matéria publicada no último domingo (15), quando o caso completou 15 dias, a Rede Notícia divulgou uma apuração de que pelo menos duas pessoas estariam na mira dos investigadores como autores do assassinato. O caso, incialmente, era tratado como encontro de cadáver, mas passou a ser investigado como homicídio, após a emissão do laudo cadavérico, feito no Serviço Médico Legal nos primeiros dez dias após o crime.

Os investigadores ainda não informaram de que forma a vítima foi assassinada, e nem se o homem foi queimado vivo no veículo. Também é desconhecida a motivação do crime.

RELEMBRE O CASO

Segundo o Boletim de Ocorrência da PM, quando o Corpo de Bombeiros chegou, o carro estava totalmente destruído pelo fogo. No banco traseiro do veículo, os policiais visualizaram que havia uma ossada. A perícia criminal foi acionada.

Entre o tempo em que a PM isolou a área até a chegada da perícia, os policiais foram informados que o carro pertencia a Mateus Henke Eggert. Familiares que foram ao local, confirmaram que o carro pertencia ao homem, e acrescentaram que não estavam conseguindo fazer contato com a vítima.

OS ÚLTIMOS PASSOS DA VÍTIMA

Um amigo da vítima relatou aos policiais, que às 12h34 do sábado do desaparecimento (31/12), Mateus lhe enviou um áudio, em uma conversa por aplicativo, dizendo que passaria para pegá-lo e, irem para Guriri (em São Mateus), onde passariam a virada de ano. No entanto, após esse áudio Mateus não apareceu.

Um primo da vítima contou aos policiais, que às 12h de dia do desaparecimento (31/12), Mateus foi visto em um bar, consumindo bebida alcoólica na companhia de uma outra pessoa, cujo nome ele não soube relatar.

Os investigadores ouviram de pessoas próximas à vítima, que nos últimos dias antes de ser morto, Mateus comentou que uma pessoa o havia mandado mensagem perguntando onde ele estava e que era para Mateus ir até ele, pois supostamente o indivíduo quitaria uma dívida de um som automotivo com a vítima no valor de R$ 17 mil.

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