domingo, fevereiro 25, 2024
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Quem é o PM suspeito de atirar e matar vizinho que pediu para baixar o som no ES

Lucas Torrezani de Oliveira, de 28 anos, é soldado da Polícia Militar desde 13 de novembro de 2020.

Lucas Torrezani de Oliveira, de 28 anos, é soldado da Polícia Militar desde 13 de novembro de 2020. Ele é suspeito de atirar e matar o músico e vizinho dele, Guilherme Rocha, de 37 anos, na madrugada desta segunda-feira (17), no condomínio em que moravam, no bairro Jardim Camburi, em Vitória. A vítima morreu no local.

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Segundo a síndica do prédio, Mônica Bicalho, Guilherme havia ido reclamar do som alto, às 3h da madrugada quando o PM atirou no empresário. O policial militar alega que a vítima teria tentado tomar a arma dele. “Não houve agressão nenhuma. Em momento algum a vítima reagiu, pelo contrário, a vítima entrou com o braço pra trás, conversou numa boa e a pessoa ainda deu uma coronhada na cabeça dela ainda. Guilherme simplesmente pediu ‘gente eu preciso dormir são três horas da manhã’ e ele simplesmente sacou a arma e atirou”, declarou Mônica

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PM costumava fazer farra no condomínio

A síndica detalhou que soldado da Polícia Militar suspeito do homicídio tinha o costume de beber e promover farra na área comum do condomínio e isso incomodava muitas pessoas.

“Chegava do trabalho tipo 23 horas, meia noite se sentia no direito de estar na área comum e beber com os amigos, trazer os amigos, né? E até mesmo amigos aqui do bloco e tá tomando a cervejinha, rindo, brincando e tal e a vítima várias vezes pediu que parasse porque eles começaram geralmente depois das 23h e só acabava às cinco da manhã”, disse Mônica Bicalho.

Após atirar no vizinho, o policial militar Lucas Torrezani de Oliveira, manteve a arma em punho, até a chegada dos colegas policiais, que no Boletim de Ocorrência, relatam que o atirador apresentava “odor etílico ao falar”.

Procurada pela Rede Notícia, a Polícia Civil informou que o policial militar, 28 anos, foi conduzido à Delegacia Regional de Vitória. Ele foi ouvido e liberado após a autoridade policial entender que não haviam elementos suficientes para lavrar auto de prisão em flagrante. A arma do policial ficou apreendida.

O caso segue sob investigação da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vitória. Outras informações não serão divulgadas, no momento, para não atrapalhar as investigações.

O corpo foi encaminhado ao Departamento Médico Legal (DML) de Vitória, para ser necropsiado e, posteriormente, liberado para os familiares.

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