domingo, fevereiro 25, 2024
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Saiba quem são os 10 cotados na disputa da Prefeitura de Boa Esperança em 2024

Nome a nome; veja

Há pouco menos de um ano para o período das convenções partidárias, quando serão definidos oficialmente os candidatos das eleições de outubro de 2024, Boa Esperança já tem os seus cotados.

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  • Aguinaldo Chaves (Guil): ex-prefeito
  • Antônio José: ex-vereador
  • Charles Faria: ex-vereador, atual secretário de Assistência Social do município
  • Cláudio Boa Fruta: empresário
  • Everaldo Lourenço: ex-vice-prefeito, professor
  • Fernanda Milanese: atual prefeita
  • Renato Barros: ex-prefeito, atual vereador
  • Rogério Vieira: ex-vereador, atual secretário de Saúde
  • Romualdo Milanese: ex-prefeito, atual secretário de Agricultura da cidade, e marido da atual prefeita
  • Valdir Turini: ex-vice-prefeito, empresário

Tem muitas águas para rolar até os meados de 2024, quando o rio não haverá mais curvas e poderá ser visto com mais clareza. Qual será o nome: Fernanda ou Romualdo? Há quem aposte no segundo nome, mas há quem diga que Fernanda ‘não deve abrir mão’. A dinastia em família, no poder há mais de uma década, fará de tudo para permanecer no controle do município. Isso é um fato. Mas, a fatura de muita gente vai estar alta. Estarão dispostos? te antecipo, que sim. Se fosse uma série eu intitularia: “farofa pouca, meu pirão primeiro”, ou o “pirão da minha família primeiro”. Parece até uma monarquia: tudo em família. Temos rei? Temos rainha? Não sei. Mas temos súditos. Muitos súditos.

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Quem vai dar dor de cabeça e está disposto a encerrar essa perpetuação familiar no poder de Boa Esperança, é Cláudio Boa Fruta. O homem que chegou como um “menino” na política, parece ter amadurecido. Tem apoios expressivos, de “cachorro grande”, como diz o ditado popular. Cito o presidente da Assembleia Legislativa (Ales), deputado Marcelo Santos, que entende muito de política, talvez mais até mesmo da dinastia já citada aqui. Tem o apoio também do deputado estadual Xambinho. E há quem pague para ver que o governador Casagrande possa ficar neutro, como fez na eleição passada, o que dá vantagem a Cláudio. Casagrande, que não pode ser candidato ao governo do estado, deverá tentar emplacar uma vaga no Senado (em 2026). Ele já deixou claro que não quer largar a política. Ele não vai querer destruir futuras pontes. Aliás, sem ponte, é risco atravessar um rio, do qual você tem que atravessar, a nado.

Charles Faria: está no Partido Progressistas (PP): Tem as bençãos do deputado federal Da Vitória. Foi um aliado importante da atual família no poder, no pleito de 2020. Comanda uma das principais pastas da Administração Pública de Boa Esperança: assistência social. Isso depois que a atual prefeita o retirou da secretaria de Agricultura para abrigar o marido.

Everaldo Lourenço: professor, do PT do presidente Lula. O apoio dele a atual família no poder, nas eleições de 2020, deu uma vantagem considerada estratégica para os coordenadores de campanha: o PT garantiu o maior tempo de rádio, nas propagandas gratuitas. Um partido grande (nacionalmente), tem seu lugar ao sol. Eventual entrada de Everaldo na disputa poderia tirar os pesos de seus lugares: estou falando do grupo de Fernanda e do grupo de Cláudio. Tudo ficaria ainda mais dividido. Por isso o apoio do PT é cobiçado. Atualmente, os principais nomes do PT estão fora do governo. E não porque quiseram. Mas sim, porque longe, para Fernanda e Romualdo, parece ser melhor. Povo que questiona, que incomoda, que não fica em coleira.

Renato Barros: foi prefeito interino de Boa Esperança em 2021, quando assumiu a presidência da Câmara da cidade. Na época, a Justiça Eleitoral não reconheceu a vitória do marido daquela que viria a ser eleita prefeita na eleição suplementar. Romualdo tinha pendências com a Justiça, e mesmo assim, decidiu que ELE seria o candidato. Tentou fazer uma disputa “a francesa”, pensando que ninguém ia questioná-lo judicialmente. Não só foi questionado, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu razão aos questionadores. Uma derrota retumbante. Derrota também para o então vice dele, Rogério Vieira, que teve que se contentar com um “pepino”: a secretaria de Saúde do município. Renato Barros é manso, gosta do diálogo, e mostrou-se uma boa liderança. Nas eleições passadas, esteve ao lado da atual família no poder. Ele tem dado indicativos de que o descontentamento converge com o rompimento.

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