segunda-feira, junho 17, 2024
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Vereador do PL foi assassinado no Espírito Santo a mando de miliciano, diz polícia

O mandante do crime, segundo a polícia, é Gilbert Wagner Antunes Lopes, conhecido como Waguinho Batman. Ele está foragido.

A Polícia Civil deflagrou nesta segunda-feira (10), a Operação Gatepost, e apontou que o vereador Marcos Augusto Costalonga (PL), de 49 anos, conhecido como Marquinhos da Cooperativa, assassinado no dia 27 de maio de 2021, na localidade de Alegria, interior do Presidente Kennedy, no Sul do Espírito Santo, foi por ordem de um miliciano da região, após o político fazer a cobrança de uma dívida.

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Após os disparos, Marcos perdeu o controle do veículo e caiu em uma ribanceira, às margens da estrada. Crédito: Reprodução

Na ocasião, o parlamentar dirigia um Toyota SW4 Hilux, juntamente com a esposa e um amigo, quando um carro com quatro ocupantes emparelhou e atirou contra o veículo do vereador, que perdeu o controle da direção, caiu em uma ribanceira e morreu no local.

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Foram presos os executores: es Douglas da Silva Nunes, o Guigo, Pedro Romão Baptista e Rafael Miranda Louzada. Os intermediários entre o mandante e os executores, segundo a Polícia Civil, são Elan Martins, conhecido como “Tatuador”, Everaldo de Almeida Neto, o Bambu, que informou para os executores onde estava o vereador. O mandante, segundo a investigação, é Gilbert Wagner Antunes Lopes, conhecido como Waguinho Batman.

Foram presos Douglas da Silva Nunes, o Guigo; Pedro Romão Baptista; Rafael Miranda Louzada; Elan Martins, vulgo Tatuador; e Everaldo de Almeida Neto, o Bambu. Gilbert Wagner Antunes Lopes, conhecido como Waguinho Batman (última foto da direita, na linha de baixo), é suspeito de ser o mandante do crime e está foragido. Crédito: Divulgação/Polícia Civil

Os invetsigados foram presos nas cidades de Marataízes, Itapemirim e Presidente Kennedy, todas no Sul do Espírito Santo. Duas armas também foram apreendidas na Operação Gatepost, realizada pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar e da Guarda Municipal.

O delegado Thiago Viana falou sobre a motivação para o crime. “Quando o Marcos não era vereador ainda, em 2020, ele vendeu um caminhão de mourões para a empresa desse suspeito de ser o mandante, que tinha uma empresa que fazia obras públicas na cidade.”

“Quando assumiu o cargo de vereador, Marcos falou que ia na prefeitura pedir o bloqueio do pagamento à Gilbert, enquanto ele não pagasse pelo valor dos mourões. Aí houve uma discussão pelo telefone, o suspeito pagou o valor e depois fez o trâmite para a execução do vereador”, explicou.

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